O Farol Lusitano

Atualizado: Nov 2





Apesar da atual cultura humana não saber disso, a língua lusitana tem vinculações espirituais, enquanto a sânscrita se encontra conectada a outras faixas alternativas de realidade, situadas no universo antimaterial, paralelo ao que vivemos. As línguas basca e uma outra do mesmo ramo linguístico, que aqui vou chamar de “druida” (atualmente extinta), foram elaboradas de modo a abraçar ou a atender às duas situações citadas acima.


O surgimento de Portugal como nação, sob os auspícios dos ideais templários, trazia consigo uma nova tentativa de globalizar o planeta por meio de uma cultura atrelada à língua lusitana, o que implicava, necessariamente, um império, o que é sempre lamentável. Entretanto, tem sido assim que a humanidade tem caminhado, inevitavelmente, propiciando condições para que o “mais forte” de cada momento histórico, domine o “mais fraco”, e assim surge o aspecto sociopolítico predador do modus operandi dos impérios.


As “trevas espirituais” perceberam a atuação de espíritos benfazejos nessa tentativa de levar o idioma lusitano a todos os lugares da Terra, por meio do domínio português, e por isso optaram pelo apoio estratégico à Espanha e à Grã-Bretanha, uma vez que nenhuma dessas duas nações tinha qualquer vínculo com o sonho dos Templários, como era o caso de Portugal. E com esses “elementos invisíveis” agindo por trás da camuflagem da vida, deu-se a derrocada do poderio português.

O “Farol Lusitano”, como instituto virtual, pretende abordar livremente todos os painéis associados a esse contexto o qual, apesar do heroísmo de muitos pesquisadores, permanece como se oculto ao conhecimento da humanidade dos tempos atuais.


Sim, navegar é preciso, e se libertar dos condicionamentos da mal contada história terráquea, também!


Infelizmente, isso não tem ocorrido nos ambientes acadêmicos por uma série de razões, estando, algumas delas, distanciadas do sentido de nobreza no campo dos princípios e propósitos que deveriam nortear a permanente busca da verdade.

Que possamos ser os caminhantes que jamais se detêm nessa busca e que o façamos juntos, no espaço virtual do “Farol Lusitano”, cuja amplitude se alicerça na simplicidade e na grandeza dos nossos corações, atrelados à alma lusitana, e às dos demais países vinculados a esse idioma.


Sejam bem-vindos aos mistérios que envolvem a língua portuguesa, e a sua história e a de seus agentes.

Jan Val Ellam Natal, 2021

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